segunda-feira, 16 de maio de 2011

Paulo: exemplo de fracasso



Para os teólogos da prosperidade o apóstolo Paulo pode ser considerado o mais fracassado ministério de todos os tempos.
Ele não foi rico, não possuiu grandes propriedades, não teve carros, cavalos e barcos, não morou em mansões, nem tampouco possuiu ouro, prata e riquezas.
Para piorar a situação, o apóstolo aos gentios, recebeu dos judeus cinco quarentenas de açoites, foi açoitado com varas, apedrejado, sofreu três naufrágios, passou uma noite e um dia no abismo.
Em viagens muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos com os patrícios, em perigos com os gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos, em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejum muitas vezes, em frio e nudez.
Além disso ele foi preso algumas vezes, lançado em cárceres fétidos e mal cheirosos, tendo morrido na mais profunda miséria.

Para os defensores da teologia da prosperidade Paulo não estava na visão e por não possuir a unção de Deus morreu a míngua.

Pois é, pobre Paulo, miserável Paulo, não pode ser comparado aos apóstolos de hoje que são homens "ungidos" além de proprietários de jatinhos e mansões e milhões.

Pobre que nem Paulo, só um tal de Jesus de Nazaré.

Pense nisso...

sábado, 14 de maio de 2011

Adoração Viva !


Jesus disse à mulher samaritana que Deus busca adoradores (João 4.22-24).

Fomos criados para adorar. Diante de Deus, que nos salvou de nosso estado de condenação, que está sempre conosco, apesar de sua glória e majestade, não podemos senão adorar. Mas não O adoramos pelo que Ele fez e faz. Nós O adoramos pelo que Ele é.


Qual é o significado da adoração?
Em hebraico, significa ajoelhar-se, dobrar-se diante do Senhor.
Em grego, significa aproximar-se dele e beijar a Sua mão.
Em outras palavras, é entregar-nos e dar tudo a Ele.


Deus deseja que declaremos que Ele é Deus e que só Ele o é.

Na oração que o Senhor nos ensinou, dizemos: “santificado seja o teu nome” (Mateus 6.9b), isto é, Teu nome seja separado como especial, majestoso, incomparável, santo.

Só o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo pode ser chamado de “Deus”.

Hoje se tornou um nome comum e geral: deus. Mas um dia será específico e santo. Somente Jeová será assim chamado.

Satanás teme a adoração do Senhor, porque ele pretende ser adorado. Uma das revelações especiais ocorridas durante a tentação de Jesus no deserto, foi sobre a intenção de Satanás e a forte resposta de Jesus, citando Deuteronômio 6.13: “Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a Ele darás culto” (Mateus 4.10).

Conhecer a Deus como Pai é estabelecer um relacionamento pessoal, mas conhecê-Lo como Deus é reconhecer Seu lugar exaltado, único em todo o universo.
Adorar é, pois, reconhecer que Ele é Deus, o único Deus, e que eu sou um homem apenas, criatura dEle.

Quando O reconheço como o Pai sou salvo e erguido à Sua presença como filho.

Quando O reconheço como Deus, caio humildemente aos Seus pés e O adoro.

Como diz o salmista: “Tributai ao Senhor a glória devida ao seu nome, adorai o Senhor na beleza da santidade” (Salmo 29.2). Ler com atenção o salmo 5.7.

Na verdadeira adoração (“em espírito e em verdade”), nós ficamos na nossa posição e Deus na dEle. Nós temos limites, Deus não tem.

Mas aquele que não O conhece como Pai, não pode conhecê-Lo como Deus. Os adoradores O adoram “em espírito”, são salvos, seu espírito saiu das trevas. Mas também O adoram “em verdade”.

Ficamos emocionados na adoração, mas isto não é o que Jesus diz ser “em verdade”. Mesmo se usamos bons pensamentos na adoração, ainda isto não é “em verdade”.

Adorá-Lo “em verdade” significa conhecer os Seus caminhos e andar com Ele. Aí amamos os Seus caminhos e O amamos.


Que é adorar a Deus? É: “curvo-me diante de ti e amo os teus caminhos”.

Exemplo extraordinário de adoração nos é dado por Jó. Quando vieram anunciar-lhe a morte dos seus filhos, disse Jó: “Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei; o Senhor o deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1.21). A atitude de Jó aí descrita é: “Então, Jó se levantou, rasgou o seu manto, rapou a cabeça e lançou-se em terra e adorou” (Jó 1.20).

A adoração e o louvor colocam-nos num nível alto, de triunfo.

Quando oramos, ainda estamos em nosso ambiente; quando adoramos, somos erguidos acima de nosso ambiente, com suas dificuldades e limitações.

Na adoração, Deus nos ergue acima dos limites, acima da vergonha, acima das frustrações e sofrimentos.

O que a oração não puder fazer, a adoração e o louvor o farão.

Ore, quando e quanto puder, mas louve e adore, quando não puder orar.

Devemos atentar cuidadosamente para o fato de que na adoração, na contemplação do Senhor é que está o segredo de nossa transformação à sua imagem: “E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Coríntios 3.18).

A adoração, além de ser o que Deus busca, que recurso maravilhoso é para a vida cristã! Aleluia!



"Deus move o céu inteiro naquilo que o ser humano é incapaz de fazer.
Mas não move uma palha naquilo que a capacidade humana pode resolver." (provérbio oriental)




quarta-feira, 11 de maio de 2011

Deus ou as riquezas ?

Um bebê nasce com os punhos cerrados, como se estivesse preparado para segurar o que lhe pertence. Quando o homem acumula riquezas materiais, sente-se como um rei conquistando súditos sobre os quais pode governar. Quando gasta dinheiro, sente-se como um general que envia exércitos ao combate para fazer sua vontade. A avareza é característica do homem natural. Ele gosta de acumular, e gosta do que acumula. Encontra satisfação naquilo que pode agarrar, ver e segurar junto ao peito. No Sermão da Montanha, o Senhor advertiu seus ouvintes do amor às coisas materiais.

Em Mateus 6:22-24, o Senhor continuou a mostrar o perigo do amor aos bens materiais:

São os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas. Portanto, caso a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão! Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um, e amar ao outro; ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.

Os judeus usavam o olho figurativamente num sentido moral; ter "olho mau" significava ter uma visão distorcida das coisas. O indivíduo que pode focalizar ambos os olhos claramente num determinado objeto, vê-o sem distorção; mas o que não tem capacidade de focalizar ambos os olhos tem visão distorcida. O problema físico da visão distorcida ensinava aos judeus uma verdade espiritual profunda: o homem pode ter uma visão pervertida das coisas e não entender sua verdadeira natureza, seus verdadeiros valores, ou sua verdadeira dignidade. Assim, ter uma visão clara, não distorcida ― ou, como diz nosso texto, "boa" ― significava uma perspectiva adequada. O contrário disto era visão dupla, ou ponto de vista distorcido.

Este conceito judaico provinha de diversas passagens do Antigo Testamento. Nas leis que regem a conduta social dadas por Moisés aos filhos de Israel consta:

Quando entre ti houver algum pobre de teus irmãos, em alguma das tuas cidades, na tua terra que o Senhor teu Deus te dá, não endurecerás o teu coração, nem fecharás as tuas mãos a teu irmão pobre; antes lhe abrirás de todo a tua mão e lhe emprestarás o que lhe falta, quanto baste para a sua necessidade. Guarda-te, que não haja pensamento vil no teu coração, nem digas: Está próximo o sétimo ano, o ano da remissão, de sorte que os teus olhos sejam malignos para com teu irmão pobre, e não lhe dês nada; e ele clame contra ti ao Senhor, e haja em ti pecado (Deuteronômio 15:7-9).

Moisés ensinou aos filhos de Israel que tinham responsabilidade para com o irmão necessitado. Se a necessidade de um irmão chamasse a atenção de alguém e este lhe fechasse o coração e se recusasse a dar-lhe o de que necessitava, tal pessoa tinha um coração perverso. Esse indivíduo estava cego, e sua visão distorcida pela ganância. Admitia a necessidade, mas amava suas posses ao ponto de recusar contribuir para a necessidade do irmão. Moisés disse que tal atitude era prova de coração mau. O olho mau, da mesma maneira, revelava visão distorcida das coisas e refletia perversão moral.

A mesma verdade é apresentada em Provérbios 23:6-7: "Não comas o pão daquele que tem olhos malignos, nem cobices os seus manjares gostosos. Porque, como imaginou na sua alma, assim é; ele te dirá: Come e bebe: mas o seu coração não estará contigo" (Ed. Rev. Cor.). Aqui Salomão falava do banquete de um homem rico. Se ele tiver olhos malignos, ressentir-se-á do alimento que você come e o coração dele será controlado pela amargura. Ele pode ter abundância, mas chora o que você come. Por isso Salomão disse: "Não comas o pão daquele que tem olhos malignos." O olho maligno falava de uma visão distorcida do valor das coisas.

A mesma verdade se encontra em Provérbios 28:22: "Aquele que tem olhos invejosos corre atrás das riquezas, mas não sabe que há de vir sobre ele a penúria." Repetimos: o homem que se curva a qualquer esforço para acumular bens materiais tem olho mau, visão distorcida do valor e permanência da riqueza. Ele acha que reterá a riqueza para sempre e não percebe, como diz Paulo, que nada trouxe para este mundo, nem poderá levar dele coisa alguma. Ele toma o que é passageiro e lhe atribui valor eterno. Essa visão distorcida, disse Salomão, revela "olho mau".

Desses textos do Antigo Testamento vemos que embora as palavras do Senhor nos pareçam estranhas porque não usamos as mesmas expressões idiomáticas, na mente dos seus ouvintes elas continham um conceito bem firmado. Nosso Senhor disse: "São os olhos a lâmpada do teu corpo." É o olho que traz luz de modo que o homem possa ver. É axiomático que onde não há luz não se pode ver. Nosso Senhor ensinou a lição moral e ética de que, se não houver luz vinda de Deus, não pode haver interpretação adequada do que tem verdadeiro valor. Até que a luz de Deus brilhe sobre algo, não conhecemos seu verdadeiro caráter.

Ora, visto que esses judeus tinham uma opinião distorcida do valor dos bens materiais, nosso Senhor teve de dizer: "Se, porém, os teus olhos forem maus [como são, se tiverem uma opinião distorcida do valor dos bens materiais], todo o teu corpo estará em trevas" (6:23). Aquilo que os judeus julgavam ser bênção de Deus, Jesus disse que era prova de uma visão distorcida das trevas interiores.

Os rabinos haviam ensinado que o meio de conservar a saúde da alma era dar generosamente. Ser avarento era distorcer a visão. Se alguém era avarento, o olho da alma estaria cego. Porém os fariseus ignoravam o ensinamento dos rabinos, e nosso Senhor disse que eles estavam em cegueira ou em trevas.

Se a pessoa não tiver visão correta das coisas materiais, terá visão distorcida da vida como um todo. Se ela tem visão dupla concernente às coisas materiais, adotará um conjunto de alvos inteiramente falsos para a vida. Mais cedo ou mais tarde a pessoa se sujeitará às coisas materiais, e elas a escravizarão. A ganância pelas coisas ou pelo dinheiro é um senhor muitíssimo implacável. Os desejos dos entes queridos; as necessidades dos parentes e amigos; as exigências do país, da honra, do conforto e até da própria saúde podem ser menosprezadas; o homem abandona tudo quando a aquisição de dinheiro se torna a obsessão da vida. A avareza é o senhor mais impiedoso do mundo. Jesus encareceu este ponto ao dizer que ninguém pode ser fiel a dois senhores ao mesmo tempo: "Ou há de aborrecer-se de um, e amar ao outro; ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas" (v. 24).

"Riquezas" ou "Mamom" é uma personalização do principal rival de Deus ― dinheiro ou bens materiais. Nosso Senhor considerava a aquisição de riquezas como um alvo que leva o homem à mais abjeta escravidão, que o impede de desincumbir-se de sua responsabilidade de servo de Jesus Cristo. Pelo contrário, ele se escraviza ao dinheiro e não pode servir a ninguém mais, muito menos a Deus. Quando o homem é consumido pela paixão do acúmulo de bens materiais, não há lugar para outro amor. O Senhor não condenou a posse de riquezas. Ele condenou ser possuído por elas. Ele considerava o amor do dinheiro como brutal idolatria.

Paulo escreveu: "Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno, e a avareza, que é idolatria" (Colossenses 3:5). Avareza é idolatria. Os filhos de Israel, no Antigo Testamento, menosprezaram a Deus que tinha o direito de governar sobre eles, por ter ele tirado o povo do Egito, e se submeteram aos deuses das nações entre as quais habitavam. Paulo disse que quando o homem ama ao dinheiro, igualmente rejeita o direito do Deus que o redimiu de governar sobre ele, e se submete a outro deus. Assim como Israel caiu em toda sorte de práticas abomináveis por seguir em pós de falsos deuses, assim, disse Paulo, o homem que faz do amor ao dinheiro a finalidade de sua vida encontrar-se-á cedendo a práticas abomináveis.

A riqueza é vista, na Bíblia, como algo dado em confiança. Nunca é considerada como um fim, mas como um meio de atingir um fim. É vista como uma bênção de Deus, que, como tal, traz consigo responsabilidade. O que Deus confia ao homem não deve ser usado para desfrute egoísta, mas para benefício e bênção de outros. O homem não pode ser justo e avarento ao mesmo tempo, assim como não pode ser piedoso e ganancioso. O homem não pode, concomitantemente, amar a Deus e às coisas materiais. Não pode, ao mesmo tempo, ser servo fiel de Jesus Cristo e vender-se como escravo ao dinheiro.

Nosso Senhor lidava não apenas com ações mas também com atitudes básicas para com a vida. Em realidade, ele formulava uma pergunta: "Para você, qual é o mais alto bem na vida?" Em nossa época, multidões teriam de confessar que medem a virtude pelas posses materiais acumuladas. Diz-se que o homem está realizado quando se enquadra numa alta faixa de impostos. Essa é uma revelação da visão distorcida que nosso Senhor disse mergulhar a alma toda em trevas morais. Essa passagem convida-nos a examinar bem as coisas às quais damos valor, e perguntar: "Se esses bens me fossem tomados repentinamente, qual seria minha riqueza?" Ouça de novo a Palavra do Senhor: "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um, e amar ao outro; ou se devotará a um e desprezará ao outro." Não podemos servir a Deus e ao principal rival de Deus, as coisas materiais. Que é, realmente, que importa na vida? O ouro ou a piedade?

J. D. Pentecost

Estamos de volta !

Para a honra e glória do nosso bom e eterno Deus,estamos de volta a postar temas de interesse do

povo de Deus, após um período ausente devido a questões de ordem particular e espiritual.

Agradeço a todas as pessoas que visitam nossa página na Web,foram mais de 1.110 acessos em

2010, que Deus continue abençoando a todos vocês e, que todo louvor, adoração e honra, sejam

para o nosso Senhor e salvador,JESUS CRISTO, que é santo, santo e santo.

quinta-feira, 17 de março de 2011

VOCÊ FAZ PARTE DO PLANO DE DEUS ?


Todos fazemos planos para o futuro. Muita gente calcula minuciosamente os passos que tomará a fim de que seus objetivos saiam como desejam. Mas o que fazer quando as coisas não ocorrem como o esperado?

Deus tem a resposta para você. Ele planejou a sua vida para que tudo desse certo, mas o pecado fez com que tudo saísse errado. E o pior: até o seu relacionamento com Deus foi prejudicado. E hoje você se sente completamente só; abandonado.
Por que o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Jesus Cristo, nosso Senhor (Rm 6.23).

Embora separado de sua comunhão, Deus se propôs a dar-lhe a chance de que tanto você precisa para reatar a sua amizade com Ele. E para isto você não precisa pagar nada. É tudo de graça!
Todavia, amizades verdadeiras exigem sacrifícios. E como não tínhamos condições para satisfazer tal exigência, o próprio Deus encarregou-se de provar o quanto nos ama. Ele enviou o seu Único Filho para ser sacrificado em seu lugar.
Você é tão importante para Deus que Ele deu o seu Único Filho para morrer em seu lugar.
Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores (Rm 5.8).

Você pode estar sentindo-se indigno de uma prova de amor tão grande. Mas esse sacrifício faz parte do plano de Deus para a sua vida. A melhor parte do plano é que, além de ser de graça, você só precisa crer que Jesus é o único caminho que nos conduz a Deus.

Pela fé, faça esta oração:
Deus, sei que tens um plano maravilhoso para a minha vida. Mas também sei que esse plano não será concretizado sem a ajuda de Jesus. Por isso, perdoa os meus pecados, e faz de mim uma nova pessoa.
Em nome de Jesus. Amém.

Agora que você já falou com Deus, Ele dará um novo rumo para a sua vida. Você já faz parte dos planos de Deus.



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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Salvação é um dom gratuito


Deus o ama e deseja que você saiba que a salvação não é pelas obras, é um dom. O caminho da salvação provido por Deus é receber a Cristo pessoalmente, confiando nele somente para nos salvar.

Romanos 6:23: "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor." Não podemos fazer-nos "dignos" da graça de Deus. Salvação é um dom gratuito ao indigno, ao que não merece, e todos nós estamos nesta categoria. "Cristo morreu pelos ímpios" -- Romanos 5:6.

Efésios 2:8, 9: "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie."


Necessitamos de uma nova natureza!

Deus o ama e deseja que você saiba que há somente um caminho para a salvação, e esse é mediante o nascer de novo.

João 3:7: "Importa-vos nascer de novo." João 1:12 diz-nos como. "Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome." Aceitar a Jesus é a única maneira de nascer de novo.

Não somos filhos de Deus por natureza. Devemos receber a Cristo a fim de nos tornarmos filhos de Deus.

Somente Jesus pode limpar os nossos pecados e mudar nossa natureza; 1 Pedro 2:24: "Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados." Jesus tomou nosso lugar e derramou seu sangue a fim de nos lavar os pecados. Quantia alguma de "boas obras" pode lavar um único pecado ou trocar nossa natureza.

Salvação ocorre quando clamamos a Jesus, crendo, para nos salvar. Então ele entra em nossa vida e nos tornamos filhos de Deus com uma nova natureza.

Embora a salvação não seja pelas obras, a salvação verdadeira sempre produz mudança de vida. Cristo entra mediante convite pessoal, como Senhor e Salvador para mudar nossa vida e viver sua vida por intermédio de nós.


A salvação é instantânea!

Deus o ama e deseja que você saiba que a salvação é instantânea. No momento em que nos arrependemos, que deixamos nossos pecados e nos voltamos para Jesus, ele nos salva. Como diz o hino: "Tal qual estou, eis-me aqui Senhor, pois o teu sangue remidor..." Cristo disse ao ladrão não batizado e não salvo, na cruz, (uma resposta instantânea de salvação ao clamor confiante do ladrão): "Hoje estarás comigo no paraíso" -- Lucas 23:43. (Paraíso é o mesmo lugar que Paulo viu como o céu de Deus, 2 Coríntios 12:2-4.) Jesus garantiu a salvação de uma prostituta: "A tua fé te salvou; vai-te em paz" -- Veja Lucas 7:50. Salvação instantânea!

A salvação inclui o aceitar a Jesus Cristo tanto como Senhor (Deus, Senhor, novo gerente de nossa vida) e Salvador. Envolve a crença de coração (o centro de nosso ser que rege, governa e escolhe). Romanos 10:9: "Se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos serás salvo."


A salvação é simples

Deus o ama e deseja que você saiba que a salvação é simples. Romanos 10:13: "Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor, será salvo." "O sangue de Jesus, seu Filho, [de Deus] nos purifica de todo pecado" -- 1 João 1:7.

Devemos, pessoalmente e com fé, clamar a Jesus para nos salvar. É assim que o recebemos. Se clamarmos assim, ele deve salvar-nos, ou Deus estaria mentindo, e Deus não pode mentir. Se Jesus nos amou a ponto de morrer para nos salvar, então desapontar-nos-ia quando invocássemos o seu nome? É claro que não!

Deus o ama e deseja que você seja salvo. Você gostaria de receber Jesus como seu Senhor e Salvador neste instante? Eis uma oração que você pode fazer agora mesmo com todo o coração:

"Senhor Jesus, entra em meu coração e em minha vida. Lava-me de todo pecado com teu sangue vertido. Faze-me um filho de Deus. Dá-me teu dom gratuito de vida eterna, e faze-me saber que estou salvo, agora e para sempre. Agora recebo-te como meu único Senhor e Salvador pessoal. Em nome de Jesus. Amém."

Jesus o salvou ou ele mentiu? Ele tinha de fazer uma das duas coisas. Segundo Romanos 10:13, se você invocou, crendo Nele, Ele o salvou e você está limpo de seu pecado.


A salvação é certa

A pessoa pode saber que é salva não simplesmente pelo sentimento, mas porque a Palavra de Deus o afirma! Decore João 3:36: "Quem crê no Filho tem a vida eterna." O que é que você tem neste instante, segundo a Palavra de Deus? Para onde você iria se morresse neste instante, segundo a Palavra de Deus? " (Porque andamos por fé, e não por vista). Mas temos confiança e desejamos antes deixar este corpo, para habitar com o Senhor".

(2 Coríntios 5:7,8)

Se agora você sabe que Jesus o salvou, segundo sua palavra, por favor, tire alguns instantes agora e agradeça-lhe em voz alta o tê-lo salvo enquanto oramos.

1 João 5:13: "Estas cousas vos escrevi a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus."


Salvação é crer!

Escolha crer em Cristo, com sentimentos ou sem eles, e Ele lhe provará Sua realidade à medida que você der o passo da fé, crendo que Ele cumpriu Sua palavra e o salvou.

Três homens entram no mesmo elevador e querem ir para o sétimo andar. Um sorri, outro chora, outro tem o rosto impassível, sem emoções. Todos os três chegam ao sétimo andar, a despeito de seus sentimentos, porque acreditaram no elevador e se entregaram a ele. Assim também acontece com a confiança em Cristo -- com sentimentos ou sem eles. Ele o salvará instantaneamente e o levará aos céus.

A realidade de sua salvação mostrar-se-á em sua reação de amor em obediência ao seguir a Jesus Cristo. João 14:23: "Se alguém me ama, guardará a minha palavra." Se você realmente foi salvo, você obedecerá!

Entre outras coisas, isto significa que você sairá do mormonismo e seguirá ao Cristo bíblico!


A salvação verdadeira produz boas obras e obediência a Cristo

Trabalhar pela salvação mostra incredulidade na suficiência de Jesus Cristo para nos salvar. Entretanto, a salvação verdadeira e a verdadeira fé, sempre produzem boas obras!

Tiago 2:20: "Queres, pois, ficar certo, ó homem insensato, de que a fé sem as obras é inoperante?"

Macieiras produzem maçãs. Os cristãos verdadeiros produzem boas obras. As maçãs são produtos da árvore e provam que é uma macieira. Mas já era macieira antes de produzir maçãs. Da mesma forma, as boas obras nunca produzem um cristão; meramente provam que essa pessoa é cristã. De acordo com 2 Coríntios 5:17: "E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura: as cousas antigas já passaram; eis que se fizeram novas."

Devemos ter a salvação a fim de demonstrá-la, assim como devemos ter o carro antes de podermos demonstrá-lo!


(Extraído: Pr. Floyd).



sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Você ama o seu cônjuge?


A pergunta do título parece óbvia, mas será mesmo? Para começar, o que é o verdadeiro amor bíblico? Muitos casamentos seriam melhores se tão somente os casais pudessem responder essas simples perguntas.

Colossenses 3.19; Tito 2.3-4

O marido deve amar a esposa e vice-versa: Cl 3.19; Tt 2.3-4
No sentido bíblico, amor é a decisão de querer o bem e se esforçar para, dentro do possível, realizar esse bem.
Isso tudo, se o outro merecer. Certo? Errado! É independente do mérito do outro.
Se não fosse assim, todos nós crentes ainda estaríamos condenados ao inferno, pois Cristo não teria morrido por nós.

Muitas pessoas casadas confundem amor com simpatia. Se a relação desgastou-se e a simpatia ficou pouca, conclui que o amor acabou e o casamento está liquidado. Engano. O amor acaba se a pessoa quiser que acabe. Amar é, antes de tudo, DECISÃO.
Então o amor no casamento é uma decisão que fica a critério de cada cônjuge tomar ou não, certo? Errado novamente! Cada casado tem o DEVER de amar o cônjuge.

E DE ONDE VEM esse dever? Antes de tudo, porque Deus mandou, conforme já lemos.
Detalhe: Deus não mandou amar apenas o cônjuge, mas ao próximo em geral, inclusive os inimigos: Mt 5.43-44

Além disso, quanto a essa questão do DEVER, convém lembrar:
1) Você tem um contrato seríssimo com o seu cônjuge - feito no altar, diante da noiva, do ministro, dos presentes, e, especialmente diante do próprio Deus! E você mesmo disse que esse contrato incluía você amar o cônjuge “até que a morte nos separe”.
E você não acha que é um dever cumprir os seus contratos?

2) Na criação dos filhos, que é um DEVER básico, o amor entre os pais é fundamental.

3) Seu casamento precisa refletir o relacionamento Cristo-Igreja (Ef 5.22-33).

- Tudo bem, entendi que é meu dever amar meu cônjuge. Mas por que é tão difícil?
Entre muitos motivos, citarei TRÊS:
a) Mesmo crentes, ainda somos egoístas, queremos o melhor para nós.
b) Tendemos a tratar como somos tratados. “Ele grita comigo? Eu grito com ele!”
c) Somos míopes e ainda não compreendemos o valor de um bom casamento.

Se ao menos essas falhas fossem corrigidas, seu casamento seria bem melhor. Ou seja:
* Se você deixasse de olhar tanto para você e se preocupasse mais com o seu cônjuge;
* Se você jogasse no lixo o princípio do “bateu, levou”
* Se você se convencesse profundamente de que a sua vida, a do seu cônjuge e a dos seus filhos seria muito melhor se você amasse mais o seu cônjuge.

Muito bem, agora é só cada um decidir amar seu cônjuge e tudo estará resolvido. Certo? Não é bem assim.
Por mais que amar seja uma decisão nossa, não temos capacidade de amar, ou seja, por nossos próprios meios não conseguimos amar como gostaríamos, mesmo tendo decidido. O amor vem de Deus.
E o que fazer? Depender de Quem nos capacita: o Espírito Santo: Rm 5.5

Mesmo assim, observe como muita coisa depende de você.
Acabe com essa mania de dizer que o seu casamento não é melhor por culpa do outro, que deveria lhe amar mais.

Que Deus nos abençoe.