quarta-feira, 23 de maio de 2012

A Má Fama Do Nome "CRISTÃO"





Pr. Olavo Feijó

Atos dos Apóstolos 11:26 - "E sucedeu que todo um ano se reuniram naquela igreja, e ensinaram muita gente; e em Antioquia foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos". 

Quando se lê ou se ouve nos meios de comunicação termos como “crente” e “bancada evangélica”, a reação do cidadão comum deixou de ser a de respeito ou admiração. 
Até a década de 1960, no Brasil, o crente era perseguido exatamente porque teimava em imitar a Cristo e obedecer a Bíblia. 
Em algumas regiões, o nome “bíblia” se referia aos membros de igrejas evangélicas. Porque o crente daquele tempo não somente lia a Bíblia – ele era ensinado a obedecer a Bíblia.

Tudo isso nos relembra o apelido “cristão”, que os “seguidores do Caminho” receberam, pela primeira vez, na região de Antioquia. A intenção foi pejorativa. 
O objetivo foi ridicularizar aqueles religiosos esquisitos que teimavam em obedecer a Cristo, o carismático revolucionário Nazareno, morto numa cruz. Entretanto, como sempre houve poder no nome de Jesus, os “cristãos” se orgulharam do seu apelido. E o apelido “cristão” conquistou respeito e dignidade.

Lucas nos informa: “...e em Antioquia foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos” (Atos 11:26). 
O autor de Atos foi um historiador, pesquisador e observador. 
Se ele estivesse em nossa Terra nos dias atuais, que apelido ele atribuiria aos “evangélicos” contemporâneos? 
Como ele chamaria os parlamentares membros de igreja flagrados recebendo propina, enchendo a roupa de baixo e ainda tendo o descaramento de orar em agradecimento? 
Que ele diria de igrejas, chamadas cristãs, vendendo milagres, águas santas, lenços destrancadores, em total negação do “de graça recebeis, de graça daí”? 
Por que a onda de má fama do nome “cristão”, por nossas bandas?

Que o Senhor desça sobre ti a sabedoria que vem do Espírito Santo.

SHALOM!


Esperança é a certeza de que amanhã tudo vai ser melhor do que hoje porque Jesus está no controle da vida.

sábado, 12 de maio de 2012

Pedido de perdão


 
Se […] te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, […] vai primeiro reconciliar-te com teu irmão. —Mateus 5:23-24
Marcos confundiu-se. Chegou uma hora mais tarde ao restaurante em que deveria encontrar um amigo da igreja. O amigo já tinha ido embora, e ele sentiu-se mal por esse engano.Marcos comprou um vale-presente do restaurante e parou numa loja de cartões para procurar um cartão de desculpas.
Dentre centenas de cartões, ficou surpreso ao encontrar poucos cartões de “pedidos de desculpas” numa parte ignorada da loja. Ele comprou um dos cartões e o deu ao seu amigo, que aceitou o seu pedido de desculpas.

Embora estes cartões não sejam tão populares, os pedidos de perdão são frequentemente necessários em nossos relacionamentos.
Perdoar é uma atitude bíblica.
Jesus instruiu Seus seguidores a se reconciliarem com aqueles a quem tivessem ofendido (Mateus 5:23-24; 18:15-20). E o apóstolo Paulo disse: “Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos” (Romanos 12:18).
Viver em paz pode exigir pedidos de perdão.

Pode ser difícil pedir perdão, pois é necessário um espírito de humildade para admitir o nosso erro, atitude nem sempre natural em nós. Mas, assumir a responsabilidade por estarmos errados em uma situação pode trazer cura e restauração a um relacionamento.
Você se confundiu? Engula seu orgulho e dê o primeiro passo — mesmo se não puder encontrar um cartão para ajudá- -lo a dizer isso.
A melhor maneira de dar a última palavra é pedir perdão.


 

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Como a Palmeira


O justo florescerá como a palmeira, crescerá como o cedro no Líbano. Sl 92:12.
Estou cansado. A viagem de Foz do Iguaçu, no sul do Brasil, a Lexington, na parte centro-oeste dos Estados Unidos, levou quinze horas. O sono quase me domina enquanto Jorge dirige o veículo que nos conduz a Nashville. Apesar do cansaço, é impossível deixar de admirar o pôr-do-sol e especialmente o colorido majestoso das folhas.
“Você devia ter chegado aqui quinze dias atrás; era uma explosão de cores e formas”, diz o meu companheiro.
O outono está chegando ao fim no hemisfério norte. As folhas ainda caem, deixando um espetáculo deprimente que anuncia o inverno. Quem contempla as árvores aparentemente secas e sem vida, não imagina que depois do longo inverno outras folhas brotarão e virá novamente a explosão de cores e formas.
Isso me anima. O verso de hoje diz: “O justo florescerá como a palmeira, crescerá como o cedro no Líbano.” Sl 92:12.
Esse verso fala de esperança, a despeito das circunstâncias duras e difíceis que possam aparecer.
Esperança é a certeza de que amanhã tudo vai ser melhor do que hoje porque Jesus está no controle da vida.
A palmeira era considerada a rainha das árvores naquelas terras desérticas. Enquanto outras árvores não passavam de arbustos, por falta de água. A palmeira crescia ereta e garbosa porque aprofundava suas raízes até achar o líquido nas profundezas da areia sem vida.
Assim são os justos. Eles sabem onde procurar sabedoria, e aprendem a viver uma vida de prosperidade e felicidade apesar das adversidades que a vida pode apresentar.
Já é tarde na estrada que leva de Lexington a Nashville, mas nunca é tarde para quem busca a Jesus, fonte de justiça e de vida.
As folhas caem por aqui, anunciando a chegada do inverno rigoroso. Apesar disso, não há por que ficar triste ou temer. Esse inverno também passará e chegará a primavera, anunciando que um dia, talvez mais próximo do que esperamos, chegará a primavera eterna onde o Sol da Justiça brilhará para sempre.
Não desanime.
Encare este novo dia com o coração cheio de esperança, porque: “O justo florescerá como a palmeira, crescerá como o cedro no Líbano.”

terça-feira, 1 de maio de 2012

Seja humilde!


               

Abominável é ao Senhor todo arrogante de coração; é evidente que não ficará impune. Prov. 16:5.

A expressão que o autor de Provérbios usa hoje para se referir ao arrogante de coração é muito dura: abominável.
Essa palavra, em hebraico to ebah, significa nojento, detestável, perigoso, sinistro.
Uma pessoa orgulhosa é tudo isso. Além de desagradável, é perigosa e sinistra. 
Pense em Hitler, por exemplo. Sentia-se um deus. Mandou matar milhares de pessoas no seu louco desejo de estabelecer uma etnia superior.
Pense em Friedrich Nietzsche, que desafiou o próprio Deus. Os que conviviam com ele não suportavam o seu temperamento.

Já se passaram muitos anos desde a morte de ambos. Qual foi o fim da história que escreveram?
O primeiro cometeu suicídio.
O segundo passou seu último dia agarrado à estátua de um cavalo, afirmando: “Sou Deus, sou Deus.” 
“É evidente que não ficará impune”, diz o provérbio de hoje, falando do fim triste que espera todo arrogante de coração.

A arrogância é o caminho direto à infelicidade.
O arrogante perde a noção de quem ele é. Em seu delírio de parecer grande, não percebe a imagem ridícula e grotesca que projeta. Esquece que quem quiser ser um homem grande, tem que ser pequeno um dia, para poder crescer.

No conceito próprio, ele nasce grande, é grande, e muito maior que qualquer outro simples mortal. Ironicamente, as pessoas não o vêem assim, não o tratam como ele gostaria de ser tratado, por mais que ele exija, reclame e, se tem poder, até obrigue.

Essa percepção de “não aceitação” mina dolorosamente seu mundo interior.
Na câmara secreta de sua alma, vagueia de um lado para outro, obcecado pela posição e cercado pelo vazio.
O resultado quase sempre é loucura, prepotência, autoritarismo, radicalismo, que ele pretende chamar de liderança.
Existe remédio para o coração orgulhoso?
Sim, existe remédio para todas as doenças da alma:
                                          Jesus.
Um dia, o Mestre recebeu o orgulhoso Pedro, homem rude, áspero e cheio de complexos, sempre querendo chamar a atenção. “Todos estes Te negarão, mas eu nunca”, disse com soberba, prometendo ser fiel a Jesus. Falhou. Você conhece a história. Falhou feio, mas o amor de Jesus o transformou e o fez um homem humilde, capaz de oferecer a vida pelo Mestre.

Busque hoje a Jesus, deixe-se moldar por Ele porque “abominável é ao Senhor todo arrogante de coração; é evidente que não ficará impune”

Escrito por Alejandro Bullón/

Graça e paz vos sejam multiplicadas" (I pedro 1:2)

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Não discuta;demonstre com sua atitude.








Por mais de trinta anos um Vizir, conhecido e admirado por sua lealdade, sinceridade e devoção a Deus, serviu ao seu senhor. Sua honestidade, entretanto, gerou inimigos na corte, que espalhavam calúnias a seu respeito.
Eles falavam ao ouvido do Sultão o dia inteiro, até que ele também começou a desconfiar do inocente Vizir e acabou condenando à morte o homem que lhe servia tão bem.
Naquele reino, quem fosse condenado à morte era amarrado e jogado no cercado onde o Sultão mantinha os seus cães de caça mais ferozes. Os animais estraçalhariam a vítima de imediato.
Antes de ser jogado aos cães, o Vizir fez um último pedido: precisaria de dez dias de trégua. Nesse tempo pagaria as dívidas, recolheria o dinheiro que lhe deviam e devolveria artigos que as pessoas lhe deram para guardar. Dividiria seus bens entre os membros da sua família e indicaria um guardião para os filhos.
Depois de ter a garantia de que o Vizir não iria tentar fugir, o Sultão lhe concedeu o pedido.
O Vizir correu para casa, juntou cem moedas de ouro, e foi visitar o caçador que cuidava dos cães do Sultão. Ofereceu ao homem as cem moedas de ouro e disse:
- “Deixe-me cuidar dos cães durante dez dias”.
O caçador concordou e durante os dez dias seguintes o Vizir cuidou das feras com muita atenção, tratando-as bem e alimentando-as bastante. No final dos dez dias elas estavam comendo na sua mão.
No décimo primeiro dia o Vizir foi chamado à presença do Sultão, as acusações se repetiram e o sultão assistiu enquanto o Vizir era amarrado e jogado aos cães. Porém, quando as feras o viram, correram até ele e mordiscaram afetuosamente seus ombros e começaram a brincar com ele.
O Sultão e as outras pessoas ficaram espantadas e o Sultão perguntou ao Vizir por que os cães haviam poupado a sua vida.
O Vizir respondeu:
- “Cuidei desses cães durante dez dias. O Sultão mesmo viu o resultado. Eu cuidei do senhor por mais de trinta anos e qual foi o resultado? Fui condenado à morte pela força de acusações levantadas por meus inimigos”.
O Sultão corou de vergonha. Ele não só perdoou o Vizir como lhe deu belas roupas e lhe entregou os homens que o haviam difamado.
O nobre Vizir os libertou e continuou a tratá-los com bondade.


Por vezes nós temos agido como o Sultão da história. Desconsiderando pessoas que nos são fiéis por longo tempo, damos ouvidos a outras que desejam destruir e infelicitar.
> Há sempre caluniadores nos palcos terrenos e sempre há quem lhes dê ouvidos e crédito.
> O indivíduo que fala mal dos outros, quando estes estão ausentes, não tem boas intenções.
> Quem deseja edificar, corrigir equívocos, melhorar a situação, fala diretamente com os envolvidos e ouve as suas razões.
> Geralmente instigadas pela inveja, o ciúme, o despeito, pessoas arrasam a vida de outras pessoas e geram infelicidade para si mesmas, num futuro próximo ou distante.
Por isso, é sempre importante pensar sobre as verdadeiras intenções daqueles que gostam de fazer comentários sobre quem não está presente e não tem a menor chance de se defender.
É importante considerar, ainda, que quem faz comentários maldosos dos outros para você, poderá fazer de você para os outros, logo mais.
Pensando assim, sempre que o assunto em pauta for uma pessoa, seria justo que ela pudesse participar da conversa.
Você não gostaria de estar presente quando o assunto fosse você?
Pois bem, é muito provável que as outras pessoas também desejem o mesmo.
Por mais fascinante que seja falar mal dos outros “pelas costas”, isso jamais fará dessa prática uma atitude nobre.


quarta-feira, 18 de abril de 2012

O bom combate da fé



"Combate o bom combate da fé." 1 Timóteo 6.12

O bom combate da fé só é compreendido corretamente e exercitado por poucos.
A grande maioria dos crentes combate, mas não corretamente.

Paulo especifica: "Igualmente o atleta não é coroado, se não lutar segundo as normas."
O fato de lutarmos não é o mais importante, mas que lutemos corretamente!
Combater corretamente significa combater tendo um alvo em mente, tentando alcançar um objetivo. Contudo, para podermos combater o bom combate de maneira efetiva precisamos primeiro conhecer nosso inimigo ou nossos inimigos.
Precisamos estar conscientes de que os verdadeiros inimigos não são pessoas de carne e sangue, como nos diz Efésios 6.12: "...porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e, sim, contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes."

Por isso considerar pessoas como nossos verdadeiros inimigos é uma atitude infantil, pois as forças motrizes da mentira humana, da deslealdade e do ódio sempre têm os poderes das trevas por trás.
Mas o Senhor Jesus venceu e tirou o poder do inimigo do homem na cruz do Calvário.

Sua vitória é a nossa vitória!
Por isso, o bom combate da fé consiste em não lutarmos mais por nós mesmos, mas partindo da vitória conquistada por Jesus!

De Wim Malgo e adaptado para está meditação

"Experimente Jesus" e combata o bom combate da fé, consiga a sua vitória e seja feliz!

sábado, 14 de abril de 2012

Orar com fé



"Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; pois o que duvida é semelhante à onda do mar, impelida e agitada pelo vento. Não suponha esse homem que alcançará do Senhor alguma cousa." Tiago 1.6-7

O que significa orar com fé?
Significa confiar nas promessas de Deus na oração.
Não podemos orar à toa. Existem pessoas que dizem: "Você só precisa ter fé, e terá tudo o que pedir", mas se enganam redondamente. Em cada situação, necessitamos de uma promessa bem definida de Deus na qual podemos depositar a nossa fé.
Esta é a realidade maravilhosa: as promessas existem!

Por exemplo, quando estamos solitários:
"E eis que estou convosco todos os dias."( Mateus 28:20)

Quando nos sentimos fracos:
"...o poder se aperfeiçoa na fraqueza."(II Coríntios 12:9)

Quando estamos preocupados:
"...lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós."(I Pedro 5:7)

Quando estamos tristes:
"...não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa força."(Neemias 8:18)

Quando estamos enfermos:
"...eu sou o Senhor que te sara."(Êxodo 15:26)

Para cada situação específica, Deus deu uma promessa específica para que, pela fé, possamos nos fundamentar concretamente em Sua Palavra.
A oração é a mais alta expressão da fé, isso quer dizer que você não deve mais se deixar determinar pelas coisas visíveis,

Wim Malgo