sábado, 30 de junho de 2012

NADA TEMEREI

 


Em Deus, cuja palavra eu exalto, neste Deus ponho a minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer um mortal? 
                     Salmo 56:4.

O verso de hoje apresenta uma luta estranha no coração do salmista. “Nada temerei”, declara ousadamente. Mas no verso anterior ele diz: “Em me vindo o temor”. 
Afinal de contas, Davi está ou não com medo? 
A resposta é: Está e não está. Ele era um ser humano. Sua mente via a iminência do perigo e temia. Não era tão néscio para fazer de conta que tudo estava bem, quando não estava. A autêntica fé não leva ninguém a desafiar o perigo. Se o fizesse, a pessoa cairia na presunção.

Na mente do salmista acontecia algo dramático. 
O medo instintivo o assaltava, mas não o dominava. “Em Deus ponho minha confiança”, declara ele. 
Num determinado momento, o medo e a confiança se agarravam numa luta corporal pelo controle da mente.

Todos os dias acontece o mesmo conosco. 
Sabemos que podemos confiar. O Senhor nos tem dado abundantes provas de Seu amor protetor. 
Queremos confiar, mas o temor parece mais forte do que as próprias forças.
Existe momento em que nos sentimos confusos. Respondemos de modo mais estranho aos desafios que a vida apresenta.

Por que acontece isso conosco? 
Talvez porque ainda não descobrimos o segredo que Davi descobriu. “Em Deus, cuja palavra eu exalto” (Sal. 56:4), afirma ele. 
O destaque nessa frase é a Palavra de Deus. Ela é eterna. Não falha. É confiável. “Seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a Palavra de nosso Deus permanece eternamente.” Isa. 40:8.

Todo aquele que conhece a Palavra de Deus, confia nEle. 
A fé não cresce de forma mística, romântica ou filosófica. É um crescimento concreto e prático. “Vem... pela palavra de Cristo.” Rom. 10:17.
O resultado final de confiar em Deus e na Sua Palavra é dizer como Davi: 
“Que me pode fazer um mortal?” Sal. 56:4.

Portanto, hoje, parta para a luta da vida confiando nas promessas divinas. 

Haverá pedras no caminho, com certeza, mas você terá a orientação oportuna de Deus para passar por cima das dificuldades. 
Diga: Em Deus, cuja Palavra eu exalto, ponho a minha confiança e não temerei. “Que me pode fazer um mortal?” 

 Escrito por Alejandro Bullón/

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Agradecimento *

Meu filho Daniel sua vida eu poupei para que outras eu pudesse ganhar através deste livramento.Todos pensaram que você iria falecer,mas,deixei-o viver para que meu santo nome fosse exaltado.

Eu sou o mesmo Deus que abriu o Mar Vermelho para o povo de Israel passar,que a Lázaro fiz ressuscitar e a tempestade se acalmar.Saiba que todo o poder e autoridade a mim pertencem e que você daqui pra frente será um varão ainda mais temente.

Senhor, meu Deus e pai a ti glorifico,pelo milagre de está vivo e caminhar ao teu lado.Ajudá-me a continuar te adorando e para sempre teu evangelho pregando, em prol de muitas vidas ir libertando e salvando.


*Ao nosso Deus todo-poderoso que poupou a vida do irmão Daniel,que acidentou-se em uma construção na cidade de Caruaru e teve seu corpo transpassado por barras de ferro na altura do abdômem e levado ao hospital com chances remotas de sobreviver.Esta singela homenagem em forma de poesia.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

REFLEXÃO



                             NO ESCONDERIJO DO ALTÍSSIMO

“E Davi permaneceu no deserto, nos lugares fortes, e ficou em um monte no deserto de Zife; e Saul o buscava todos os dias, porém Deus não o entregou na sua mão. Vendo, pois, Davi, que Saul saíra à busca da sua vida, permaneceu no deserto de Zife, num bosque.” (I Samuel 23:14-15); “E subiu Davi dali, e ficou nos lugares fortes de En-Gedi.” (I Samuel 23:29).

Saul vivia perseguindo Davi para matá-lo. 
Não seria difícil Davi acabar com a vida de Saul, mas ele tinha Saul como Ungido do Senhor, e até o defendeu em várias oportunidades. Todavia, deixou que o inimigo o buscasse aqui, ali e acolá. 
Davi escondia-se nos lugares mais seguros da terra, sob a Sombra do Altíssimo, e Saul não pôde tocá-lo em lugar algum.
O fato é que se nos escondermos sob as Asas do SENHOR, o inimigo não conseguirá nos tocar. 

Leitura sugerida: Salmo 91.

Paz seja contigo e com os teus familiares. 
Ótimo dia!

terça-feira, 5 de junho de 2012

Honra ao Senhor



Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda. Prov. 3:9.

Prosperidade financeira não é apenas o resultado da habilidade humana para os negócios. Biblicamente, é um dom divino.
Honrar ao Senhor com os bens é reconhecer que Deus é dono de tudo, e que a criatura é apenas administradora daquilo que recebeu do Criador. Esse fato é apresentado por Salomão como o segredo de uma vida próspera.

O texto de hoje está no capítulo três, que tem como tema central a sabedoria que Deus oferece gratuitamente aos que a buscam. 
Viver com sabedoria é reconhecer que Deus é o Criador e o ser humano, a criatura. 
Esse reconhecimento não é apenas teórico e intelectual, é prático e experimental. 
Sair da teoria e entrar na realidade da vida prática é: “Honrar a Deus com os bens”. O resultado disso é a prosperidade financeira.

Mas não tem gente milionária que não reconhece a Deus? É verdade. 
Uma pessoa pode ser rica, mas não próspera. Riqueza tem que ver com patrimônio e saldo bancário. Prosperidade tem que ver com felicidade. 
Riqueza tem que ver com satisfação egoísta dos apetites, e prosperidade tem que ver com realização.

De que vale o saldo bancário quando a família está destruída? 
Que significado tem o patrimônio quando o filho vive escravo das drogas? 
O dinheiro pode comprar sonho, saúde, beleza ou sabedoria? 
Com dinheiro, você pode comprar um bom colchão, remédios, cosméticos ou livros. Mas a vida é feita só das coisas que se podem comprar?

Deus promete prosperidade. Não você servindo ao dinheiro e escravo do seu patrimônio. Mas utilizando o dinheiro para honrar a Deus e para tornar mais felizes as pessoas, começando com a sua família.

Cada novo dia deve ser um dia de renovação. 
Renovar-se é pensar, analisar e mudar de rumo, se for necessário. 
Renovar-se é viver. 
Mudar é característica de pessoas sábias, e a sabedoria é um dom que vem de Deus.

Por isso, hoje, encare os desafios da vida e repita o conselho inspirado de Salomão: “Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda.

Escrito por Alejandro Bullón

Experimente estar com Jesus através da oração e da leitura da Bíblia a cada amanhecer e veja a transformação que Ele pode operar em sua vida.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

A Má Fama Do Nome "CRISTÃO"





Pr. Olavo Feijó

Atos dos Apóstolos 11:26 - "E sucedeu que todo um ano se reuniram naquela igreja, e ensinaram muita gente; e em Antioquia foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos". 

Quando se lê ou se ouve nos meios de comunicação termos como “crente” e “bancada evangélica”, a reação do cidadão comum deixou de ser a de respeito ou admiração. 
Até a década de 1960, no Brasil, o crente era perseguido exatamente porque teimava em imitar a Cristo e obedecer a Bíblia. 
Em algumas regiões, o nome “bíblia” se referia aos membros de igrejas evangélicas. Porque o crente daquele tempo não somente lia a Bíblia – ele era ensinado a obedecer a Bíblia.

Tudo isso nos relembra o apelido “cristão”, que os “seguidores do Caminho” receberam, pela primeira vez, na região de Antioquia. A intenção foi pejorativa. 
O objetivo foi ridicularizar aqueles religiosos esquisitos que teimavam em obedecer a Cristo, o carismático revolucionário Nazareno, morto numa cruz. Entretanto, como sempre houve poder no nome de Jesus, os “cristãos” se orgulharam do seu apelido. E o apelido “cristão” conquistou respeito e dignidade.

Lucas nos informa: “...e em Antioquia foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos” (Atos 11:26). 
O autor de Atos foi um historiador, pesquisador e observador. 
Se ele estivesse em nossa Terra nos dias atuais, que apelido ele atribuiria aos “evangélicos” contemporâneos? 
Como ele chamaria os parlamentares membros de igreja flagrados recebendo propina, enchendo a roupa de baixo e ainda tendo o descaramento de orar em agradecimento? 
Que ele diria de igrejas, chamadas cristãs, vendendo milagres, águas santas, lenços destrancadores, em total negação do “de graça recebeis, de graça daí”? 
Por que a onda de má fama do nome “cristão”, por nossas bandas?

Que o Senhor desça sobre ti a sabedoria que vem do Espírito Santo.

SHALOM!


Esperança é a certeza de que amanhã tudo vai ser melhor do que hoje porque Jesus está no controle da vida.

sábado, 12 de maio de 2012

Pedido de perdão


 
Se […] te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, […] vai primeiro reconciliar-te com teu irmão. —Mateus 5:23-24
Marcos confundiu-se. Chegou uma hora mais tarde ao restaurante em que deveria encontrar um amigo da igreja. O amigo já tinha ido embora, e ele sentiu-se mal por esse engano.Marcos comprou um vale-presente do restaurante e parou numa loja de cartões para procurar um cartão de desculpas.
Dentre centenas de cartões, ficou surpreso ao encontrar poucos cartões de “pedidos de desculpas” numa parte ignorada da loja. Ele comprou um dos cartões e o deu ao seu amigo, que aceitou o seu pedido de desculpas.

Embora estes cartões não sejam tão populares, os pedidos de perdão são frequentemente necessários em nossos relacionamentos.
Perdoar é uma atitude bíblica.
Jesus instruiu Seus seguidores a se reconciliarem com aqueles a quem tivessem ofendido (Mateus 5:23-24; 18:15-20). E o apóstolo Paulo disse: “Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos” (Romanos 12:18).
Viver em paz pode exigir pedidos de perdão.

Pode ser difícil pedir perdão, pois é necessário um espírito de humildade para admitir o nosso erro, atitude nem sempre natural em nós. Mas, assumir a responsabilidade por estarmos errados em uma situação pode trazer cura e restauração a um relacionamento.
Você se confundiu? Engula seu orgulho e dê o primeiro passo — mesmo se não puder encontrar um cartão para ajudá- -lo a dizer isso.
A melhor maneira de dar a última palavra é pedir perdão.


 

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Como a Palmeira


O justo florescerá como a palmeira, crescerá como o cedro no Líbano. Sl 92:12.
Estou cansado. A viagem de Foz do Iguaçu, no sul do Brasil, a Lexington, na parte centro-oeste dos Estados Unidos, levou quinze horas. O sono quase me domina enquanto Jorge dirige o veículo que nos conduz a Nashville. Apesar do cansaço, é impossível deixar de admirar o pôr-do-sol e especialmente o colorido majestoso das folhas.
“Você devia ter chegado aqui quinze dias atrás; era uma explosão de cores e formas”, diz o meu companheiro.
O outono está chegando ao fim no hemisfério norte. As folhas ainda caem, deixando um espetáculo deprimente que anuncia o inverno. Quem contempla as árvores aparentemente secas e sem vida, não imagina que depois do longo inverno outras folhas brotarão e virá novamente a explosão de cores e formas.
Isso me anima. O verso de hoje diz: “O justo florescerá como a palmeira, crescerá como o cedro no Líbano.” Sl 92:12.
Esse verso fala de esperança, a despeito das circunstâncias duras e difíceis que possam aparecer.
Esperança é a certeza de que amanhã tudo vai ser melhor do que hoje porque Jesus está no controle da vida.
A palmeira era considerada a rainha das árvores naquelas terras desérticas. Enquanto outras árvores não passavam de arbustos, por falta de água. A palmeira crescia ereta e garbosa porque aprofundava suas raízes até achar o líquido nas profundezas da areia sem vida.
Assim são os justos. Eles sabem onde procurar sabedoria, e aprendem a viver uma vida de prosperidade e felicidade apesar das adversidades que a vida pode apresentar.
Já é tarde na estrada que leva de Lexington a Nashville, mas nunca é tarde para quem busca a Jesus, fonte de justiça e de vida.
As folhas caem por aqui, anunciando a chegada do inverno rigoroso. Apesar disso, não há por que ficar triste ou temer. Esse inverno também passará e chegará a primavera, anunciando que um dia, talvez mais próximo do que esperamos, chegará a primavera eterna onde o Sol da Justiça brilhará para sempre.
Não desanime.
Encare este novo dia com o coração cheio de esperança, porque: “O justo florescerá como a palmeira, crescerá como o cedro no Líbano.”